O primeiro santuário de Fátima de África
Namaacha · Moçambique · Santuário de Nossa Senhora de Fátima
Moçambique y la fe
Moçambique foi evangelizado pelos portugueses desde o século XVI. A presença católica no país tem cinco séculos de história. Quando o regime marxista de Samora Machel chegou ao poder após a independência (1975), a Igreja foi perseguida: as escolas católicas foram confiscadas, os missionários expulsos, as escolas fechadas. No entanto, a fé popular sobreviveu nos bairros e famílias.
Namaacha: o Fátima de África
Namaacha es una pequeña ciudad en el sur de Mozambique, en la frontera con Suazilandia, a unos 70 km de Maputo. El Santuario de Nuestra Señora de Fátima de Namaacha fue fundado en los años 1950 por los misioneros combonianos. La devoción a la Virgen de Fátima —tan cercana a la identidad portuguesa— encontró en Mozambique un terreno especialmente fértil.
El santuario de Namaacha es conocido como «el Fátima de África»: replica la gruta de Cova da Iria y acoge procesiones que imitan las de Fátima. Cada año, el 13 de mayo y el 13 de octubre, miles de peregrinos llegan desde toda la región.
A resistência durante o marxismo
Durante os anos do regime marxista (1975-1994), o santuário de Namaacha foi um dos poucos lugares onde as peregrinações continuaram, embora com dificuldades. Os fiéis caminhavam de noite para não ser vistos. As imagens eram levadas em segredo. A devoção mariana foi, em Moçambique, um dos molas mais poderosos da resistência espiritual diante do ateísmo imposto.
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