
Uma hostia consagrada, roubada por uma mulher para um feitiço, começou a sangrar; conserva-se hoje na igreja de Santo Estêvão de Santarém.
História documentada e memória recebida
A igreja de Santo Estêvão de Santarém, hoje Santuário do Santíssimo Milagre, guarda uma relíquia ligada a uma narração medieval sobre uma forma sustraída e encontrada com sinais vermelhos. A origem costuma ser fechada no século XIII, embora as versões variam. A continuidade do santuário, o relicário e a veneração são feitos eclesiais; a luz, o sangramento e os detalhes domésticos são apresentados como tradição. Não se recomendam práticas mágicas nem se atribui poder próprio ao objeto.
Qué se venera o conmemora
O olhar se dirige a Jesus Cristo e ao mistério de sua Encarnação, Paixão, morte, Ressurreição ou reinado. A imagem, relíquia, monumento ou costume não atua por poder próprio: serve a memória do Evangelho e leva à oração, os sacramentos, a conversão e a caridade.
História, tradição e discernimento
Santuário e culto contínuo; detalhes sobrenaturais como tradição medieval. A ficha conserva a memória recebida sem converter lenda, testemunho ou interpretação crente em fato historicamente demonstrado.
Celebração e vida devocional
Festividade ou tempo principal: Conmemoração na igreja de São Estêvão de Santarém.
Não se documenta uma promessa automática nem uma garantia de prodígio. A veneração conduz a Cristo, a Eucaristia, a conversão, a reparação, a unidade e a caridade.
Localização no mapa
O marcador assinala Santuário do Santíssimo Milagre · Santarém (Portugal). A coordenada contrastou-se com cartografia aberta e a identificação institucional do lugar.
Fonte Principal
Diocese de Santarém. Cartografía contrastada con OpenStreetMap/Nominatim.
Para orar
Bendita seja o sangue preçosíssimo de Cristo.
Crédito da Imagem
Exterior do Santuário do Santíssimo Milagre de Santarém, antiga igreja de São Estêvão e lugar exato de custódia da tradição. Foto: GualdimG, CC BY-SA 4.0, Wikimedia Commons.

